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Conheça receitas para limpar o pulmão e acabar com a secreção em algumas horas

por Redação

Cinco ingredientes naturais, quando combinados e utilizados na dose certa, são eficazes para combater a secreção e agir na limpeza do pulmão, nariz e seios da face. É isso que ensina o Dr. Renato Silveira, que é pesquisador, mestre em Medicina Naturalista e Farmacêutico.

De acordo com ele, cebola, alho, limão, mel e vinagre de maçã são capazes de formar uma poderosa solução expectorante (veja as receitas abaixo). O resultado, informa o especialista, pode ser constatado já na primeira noite.

Sendo assim, quando unidos, esses ingredientes se transformam em grandes aliados para quem sofre de sinusite e rinite.

A primeira dica é ferver uma cebola inteira fatiada em 300 ml de água, durante 10 minutos. Na sequência, deixe o líquido descansar por 40 minutos e tome uma xícara dessa mistura três vezes ao dia.

A segunda receita pede metade de uma cebola, um dente de alho, uma colher de sopa de vinagre de maçã e três colheres de sopa de mel. Em seguida, bata tudo no liquidificador e tome quatro colheres de chá dessa solução o ao dia.

Muita secreção? Saiba mais sobre as doenças

Rinite

É uma doença inflamatória das mucosas (revestimento interno) do nariz, com causas que podem ser alérgicas ou não. A reação provoca os sintomas que caracterizam a rinite: nariz entupido, coriza (nariz escorrendo), espirros, coceira e diminuição da capacidade de sentir cheiro.

A rinite de causas não alérgicas pode ser provocada por infecções causadas por vírus, bactérias ou fungos, por alguns tipos de medicamentos, hormônios e por problemas como o refluxo gastroesofágico (doença em que o conteúdo do estômago volta para o esôfago).

A rinite alérgica ocorre quando o corpo reage de forma exagerada ao entrar em contato com determinadas substâncias que identifica como estranhas.

Pode ter origem hereditária, mas ainda não se conhece muito bem suas causas. A rinite alérgica se manifesta quando a pessoa entra em contato com determinados “gatilhos”, como: pelos de animais, descamação de pele, mofo, pólen, perfume, fungos, alguns alimentos, medicamentos, bactérias, vírus, mudanças bruscas de temperatura, contato com ácaros (animais microscópicos que se alimentam de fungos e estão presentes na poeira doméstica).

Sinusite

É a inflamação das mucosas dos seios da face, região do crânio formada por cavidades ósseas ao redor do nariz, maçãs do rosto e olhos. Os seios da face dão ressonância à voz, aquecem o ar inspirado e diminuem o peso do crânio, o que facilita sua sustentação. São revestidos por uma mucosa semelhante à do nariz, rica em glândulas produtoras de muco e coberta por cílios dotados de movimentos vibráteis que conduzem o material estranho retido no muco para a parte posterior do nariz com a finalidade de eliminá-lo.

Além disso, é importante frisar, que o fluxo da secreção mucosa dos seios da face é permanente e imperceptível. No entanto, alterações anatômicas, que impedem a drenagem da secreção, e processos infecciosos ou alérgicos, que provocam inflamação das mucosas e facilitam a instalação de germes oportunistas, são fatores que predispõem à sinusite. O problema pode ser agudo, ou crônico.

Sinusite aguda:

Costuma ocorrer dor de cabeça na área do seio da face mais comprometido (seio frontal, maxilar, etmoidal e esfenoidal). A dor pode ser forte, em pontada, pulsátil ou sensação de pressão ou peso na cabeça. Assim, a grande maioria dos casos, surge obstrução nasal com presença de secreção amarela ou esverdeada, sanguinolenta, que dificulta a respiração. Febre, cansaço, coriza, tosse, dores musculares e perda de apetite costumam estar presentes.

Sinusite crônica:

Os sintomas são os mesmos, porém variam muito de intensidade. A dor nos seios da face e a febre podem estar ausentes. A tosse costuma ser o sintoma preponderante. É geralmente noturna e aumenta de intensidade quando a pessoa se deita porque a secreção escorre pela parte posterior das fossas nasais e irrita as vias aéreas disparando o mecanismo de tosse. Acessos de tosse são particularmente freqüentes pela manhã, ao levantar, e diminuem de intensidade, chegando mesmo a desaparecer, no decorrer do dia.

Com informações do Ministério da Saúde.

Redação

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