terça-feira, fevereiro 27, 2024
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6 sinais de alerta de AVC que jamais podem ser ignorados

por Fernando Beteti

Acidente Vascular Cerebral (AVC) pode ser fatal. Ele ocorre quando vasos que levam sangue ao cérebro entopem ou se rompem. Assim, a área cerebral que ficou sem circulação sanguínea é paralisada. De acordo com Ministério da Saúde, trata-se de uma doença que acomete mais os homens e é uma das principais causas de morte, incapacitação e internações em todo o mundo.

No entanto, uma coisa é certa. Quanto mais rápido for o diagnóstico e o tratamento do AVC, maiores serão as chances de sobrevivência e recuperação. Sendo assim, é de fundamental importância ficar atento aos principais sinais e sintomas e procurar atendimento médico imediato.

Existem alguns sinais que o corpo dá que ajudam a reconhecer um Acidente Vascular Cerebral.
Os principais sinais de alerta para qualquer tipo de AVC são:

  • fraqueza ou formigamento na face, no braço ou na perna, especialmente em um lado do corpo;
  • confusão mental repentina;
  • alteração da fala ou compreensão repentinas;
  • alteração na visão (em um ou ambos os olhos);
  • alteração do equilíbrio, coordenação, tontura ou alteração no andar;
  • dor de cabeça súbita, muito intensa e sem que exista uma causa aparente. 

Tipos de AVC

Existem dois tipos de AVC: o isquêmico e o hemorrágico.

O primeiro ocorre quando há obstrução de uma artéria, impedindo a passagem de oxigênio para células cerebrais, que acabam morrendo. Essa obstrução pode acontecer devido a um trombo (trombose) ou a um êmbolo (embolia). O AVC isquêmico é o mais comum e representa 85% de todos os casos.

O AVC hemorrágico se desenvolve quando existe rompimento de um vaso cerebral, provocando hemorragia. Esta hemorragia pode acontecer dentro do tecido cerebral ou na superfície entre o cérebro e a meninge. É responsável por 15% de todos os casos de AVC, mas pode causar a morte com mais frequência do que o AVC isquêmico. Além disso, suas principais causas são a pressão alta descontrolada e a ruptura de um aneurisma.

Com informações do Ministério da Saúde.

Fernando Beteti

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