Especialistas em saúde intestinal alertam que o uso exclusivo de papel higiênico na higiene do ânus pode não ser a forma mais adequada de limpeza após a evacuação. Isso porque o papel tende apenas a espalhar a sujeira, permitindo que resíduos fecais permaneçam na região anal, o que pode comprometer a higiene íntima.
Outro ponto de atenção é o atrito direto do papel com a pele sensível do ânus. A fricção repetida após evacuar pode provocar irritações, dermatites, infecções, além de aumentar o risco de fissuras anais e hemorroidas. Em entrevista ao Canal Fernando Beteti, a Dra. Andreia Mombach, PhD em Naturopatia e biomédica, explicou que o papel higiênico também pode funcionar como um indicativo da saúde do intestino.
“Você precisa só dar um ‘confere’. Passar e ver se o papel está branquinho, está limpinho. Isso é um intestino saudável. Então, quer saber se o seu intestino está saudável? Faça cocô e use o papel higiênico para conferir. Se ele sair sujo, mude a sua alimentação. Veja o que está errado nas suas escolhas diárias”
Segundo a especialista, fezes mais ressecadas ou calcificadas podem favorecer a fermentação de fungos e bactérias patogênicas no intestino, o que prejudica o equilíbrio da microbiota intestinal e pode desencadear problemas de saúde ao longo do tempo.
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Não entendo a sociedade moderna. Parece que o ser humano nasceu há menos de um século. O papel higiênico do jeito que conhecemos existe há algumas décadas. Nossos ancestrais se limpavam com folhas, ou sabugo de milho, e viveram com mais saúde que nós que temos papel higiênico e ducha higiênica. Esses “especialistas” deveriam se ocupar de coisas mais importantes que limpar o anus.