Karolina Krzyzak, uma jovem polonesa de 27 anos, morreu em Bali, com apenas 22 quilos, depois de seguir uma dieta frutariana extremamente restritiva. O caso chamou atenção para os riscos de dietas radicais e os impactos na saúde de escolhas alimentares extremas.
Vida marcada por dietas restritivas
Natural de Varsóvia, Karolina se mudou para o Reino Unido ainda jovem, onde estudou na Universidade de Leeds. Desde a adolescência ela apresentava sinais de distúrbios alimentares, incluindo anorexia. Aos 19 anos, migrou do veganismo para o frutarismo, uma dieta baseada quase exclusivamente no consumo de frutas, com pequenas porções de sementes e castanhas em alguns casos. Essa prática prolongada levou a um quadro visível de desnutrição.
Últimos dias em Bali
Durante sua estadia em um resort em Bali, funcionários e hóspedes notaram que Karolina apresentava sinais de fraqueza extrema, dificuldade para caminhar, aparência frágil e isolamento no quarto. Ela teria recusado ajuda médica e acabou sendo encontrada morta dias depois no hotel. Autoridades locais abriram investigação, mas até o momento não foram divulgados relatórios oficiais de autópsia.
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Reflexões sobre tipos de dieta extrema
O caso de Karolina evidenciou os riscos de dietas radicais que excluem grupos alimentares essenciais, como proteínas e gorduras saudáveis, além de vitaminas e minerais importantes para o corpo. Especialistas alertam que práticas alimentares extremas podem agravar transtornos como anorexia e ortorexia e que a influência de comunidades que exaltam dietas restritivas pode reforçar comportamentos de risco.



