A primeira semana de 2026 começou com um alerta que tem ganhado espaço entre investidores, empresários e famílias: a segurança do dinheiro em um cenário de instabilidade crescente. Em uma entrevista transmitida no canal de Fernando Beteti, o debate girou em torno dos riscos do sistema financeiro atual e das estratégias para reduzir a exposição a possíveis choques ao longo do ano. Ouro e prata seriam opções? Veja abaixo.
Durante a conversa, Rodrigo Stival destacou que 2026 tende a ser um período em que a turbulência global e a fragilidade do sistema financeiro passam a ser sentidas de forma mais direta no cotidiano das pessoas. Segundo ele, conflitos internacionais, disputas comerciais, pressão econômica e mudanças na forma como o dinheiro circula criam um ambiente em que confiar integralmente em um único sistema pode representar um risco.
A partir desse diagnóstico, a discussão se concentrou em uma pergunta objetiva: como proteger o patrimônio em 2026? A resposta defendida foi clara: diversificação e a inclusão de ativos com lastro real, especialmente ouro e prata físicos, como parte de uma estratégia defensiva.
Proteção deixa de ser opção e vira estratégia
Ao longo da entrevista, foram citados fatores como o avanço acelerado dos pagamentos digitais, a maior rastreabilidade das transações e um ambiente global marcado por instabilidade política e econômica. Na visão apresentada, esse cenário altera a relação das pessoas com o próprio dinheiro, aumentando a percepção de que acesso e controle podem depender mais do sistema do que da vontade do titular.
Fernando Beteti reforçou um princípio central do debate: não concentrar todo o patrimônio em um único banco, plataforma ou tipo de ativo. Em momentos de estresse do sistema financeiro, o risco não seria apenas perder dinheiro, mas enfrentar restrições de acesso ou uso justamente quando ele é mais necessário.
Por que metais físicos entraram no debate
Rodrigo Stival explicou que ouro e prata físicos voltaram ao centro das discussões por funcionarem como uma espécie de “plano alternativo” em cenários de incerteza. Três pontos foram destacados:
- Independência de plataformas e bancos: diferente de saldos digitais, o metal físico existe fora de aplicativos, sistemas bancários e infraestrutura tecnológica.
- Padronização e liquidez: moedas e barras de investimento costumam trazer peso e pureza identificados, o que facilita a precificação e a eventual revenda.
- Histórico como reserva de valor: o ouro, em especial, foi citado como um ativo testado ao longo do tempo em períodos de crise de confiança, inflação elevada e perda do poder de compra das moedas.
Prata ou ouro: como começar
Outro ponto abordado foi a acessibilidade. Para quem dispõe de pouco capital, a prata aparece como porta de entrada por permitir compras fracionadas. Na live, foram citados exemplos de valores praticados no momento da transmissão, como peças de prata de 5 gramas na faixa de R$ 159 e pequenas peças de ouro a partir de cerca de R$ 1.230, números sujeitos a variação conforme o mercado.
A recomendação apresentada foi clara:
- usar a prata para começar e fracionar;
- utilizar o ouro como núcleo de proteção patrimonial, quando possível.
Joia não é o mesmo que metal de investimento
Uma dúvida comum levantada ao vivo foi se joias oferecem o mesmo nível de proteção. A resposta foi negativa. Segundo os participantes, joias geralmente possuem ligas metálicas (como ouro 18 quilates), preço influenciado por design e mão de obra e, na maioria dos casos, não apresentam padronização clara de peso e pureza para precificação direta. Já moedas e barras de investimento são padronizadas e podem contar com certificação, o que facilita sua negociação.
O recado final para 2026
A síntese do programa foi direta: 2026 começou com sinais claros de instabilidade. Diante disso, a proposta apresentada foi adotar uma postura mais defensiva, baseada em diversificação, redução da concentração em um único banco ou ativo e a consideração de ativos reais, como ouro e prata físicos, como parte de uma estratégia de proteção patrimonial e autonomia financeira.
RS Capital Protect e a busca por proteção patrimonial
Nesse contexto, empresas especializadas em ativos reais ganham destaque. A RS Capital Protect, sob a liderança do CEO Rodrigo Stival, atua com fabricação própria e fornecedores internacionais de moedas e barras de ouro e prata, com foco na proteção de capital de pessoas físicas e empresas.
Desde 2024, a empresa fornece peças de ouro e prata puros para investidores, colecionadores, ourives, empresários e pessoas físicas que buscam uma forma de proteção fora do sistema digital. A proposta é permitir que clientes formem reservas patrimoniais físicas, menos expostas à instabilidade tecnológica, política e econômica.
Em um cenário de incerteza mundial, volatilidade econômica e transformações profundas no sistema financeiro, o debate apresentado na live reforça uma ideia central: em 2026, proteger o patrimônio deixou de ser exagero e passou a ser uma estratégia essencial.
Assista a entrevista na íntegra


