Em entrevista ao Canal Fernando Beteti, a renomada médica Dra. Lucy Kerr trouxe à tona revelações polêmicas que estão mexendo com a comunidade médica e despertando enorme interesse da população. Em sua fala, ela destacou os riscos ocultos do uso abusivo de anti-inflamatórios e antibióticos — medicamentos consumidos diariamente por milhões de brasileiros como se fossem inofensivos.
Segundo Dra. Lucy, o uso indiscriminado desses fármacos pode levar a lesões graves no fígado, nos rins e no coração, muitas vezes irreversíveis. “O brasileiro compra anti-inflamatório como se fosse bala. Uma cartelinha por semana pode custar a vida de alguém no futuro”, alertou a médica. Ela ainda reforçou que a automedicação criou uma falsa sensação de segurança em relação a drogas que, na prática, destroem lentamente órgãos vitais.
Em contraponto, a especialista defendeu alternativas naturais que vêm ganhando espaço na medicina integrativa, como a própolis verde brasileira. Esse composto, único no mundo devido à flora e às abelhas africanizadas do Brasil, possui mais de 300 substâncias bioativas com ação anti-inflamatória, antimicrobiana, antifúngica e até anticancerígena.
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Além disso, a Dra. Lucy relatou casos clínicos em que a associação de própolis verde e ivermectina não apenas reduziu efeitos colaterais da quimioterapia, mas também aumentou a tolerância e a eficácia dos tratamentos oncológicos. “Enquanto os medicamentos convencionais intoxicam, a própolis modula a imunidade e limpa o ambiente extracelular, criando condições reais para a recuperação”, afirmou.
A médica reforçou ainda a necessidade de repensar protocolos médicos e incluir terapias naturais na prevenção e no tratamento de doenças crônicas. Para ela, a medicina tradicional não pode continuar ignorando evidências científicas que comprovam o potencial da própolis verde. A Pharmanectar oferece o que há de melhor das abelhas e da natureza. Clique aqui e saiba mais.
“Se tivéssemos mais investimento e abertura para essas alternativas, milhares de vidas seriam salvas todos os anos. Não podemos aceitar que interesses econômicos sejam mais importantes que a saúde da população”, concluiu Dra. Lucy.
Essa entrevista reacende um debate urgente: até quando a população será refém de fármacos, como antibióticos e anti-inflamtórios, que mais destroem do que curam?
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