Durante entrevista ao canal Fernando Beteti, o médico Dr. João Haddad destacou um ponto curioso sobre o jejum intermitente: o período da noite pode ser um dos mais importantes para o corpo entrar em reparação.
Segundo ele, muitas pessoas não dão descanso suficiente ao fígado e ao intestino porque continuam comendo até tarde. Jantar às 21h, 22h ou até 23h pode atrapalhar a digestão, o sono e o processo natural de recuperação do organismo.
Na conversa, o médico explicou que o jejum não significa apenas “ficar sem comer para emagrecer”. O período sem alimento também pode ser entendido como uma pausa metabólica, em que o corpo reduz a produção de insulina, usa reservas de energia e permite maior descanso dos órgãos digestivos.
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Um dos trechos mais interessantes da entrevista foi quando Dr. Haddad afirmou que a noite é um horário importante para a reparação do fígado. Ele explicou que, durante esse período, o órgão descansa e participa de processos de limpeza e desintoxicação natural do organismo.
Por isso, uma estratégia simples citada na live é antecipar a última refeição do dia. Em vez de jantar tarde, a pessoa pode tentar comer mais cedo e deixar um intervalo maior entre a última refeição e o horário de dormir.
Dr. Haddad também reforçou que o ideal é jantar pelo menos 3 a 4 horas antes de dormir. Isso pode ajudar a evitar aquela sensação de peso, refluxo, sono ruim e dificuldade para descansar profundamente.
Mas o médico fez um alerta importante: jejum intermitente não é para todo mundo. Gestantes, adolescentes, pessoas muito magras, diabéticos e pacientes com condições específicas precisam de acompanhamento profissional antes de adotar essa prática.
A mensagem principal da entrevista é que o jejum noturno pode ser um primeiro passo mais simples para quem busca melhorar hábitos alimentares. Não se trata de passar fome, mas de reorganizar horários, evitar beliscos constantes e permitir que o corpo tenha períodos reais de descanso.
Aviso: este conteúdo é informativo e não substitui consulta, diagnóstico ou tratamento médico individualizado.


