Um caso impressionante e cercado de questionamentos abalou a cidade de Rio Branco, no Acre. Um recém-nascido que havia sido declarado morto pela equipe da Maternidade Bárbara Heliodora foi retirado do próprio velório com vida, depois que familiares ouviram o bebê chorar dentro do caixão, momentos antes do sepultamento.
Segundo relatos, o bebê, com cerca de cinco meses de gestação, nasceu na sexta-feira, 24, e foi considerado natimorto após um laudo médico apontar hipóxia intrauterina — falta de oxigênio no útero. O corpo ficou aproximadamente 12 horas dentro de um saco, antes de ser levado para o velório.
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Durante a cerimônia, uma tia pediu para abrir o caixão e, nesse momento, a família percebeu que o bebê estava respirando e emitindo sons. O recém-nascido foi levado às pressas de volta à maternidade, onde recebeu atendimento médico.
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O caso foi registrado pela Polícia Militar e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil, que deve ouvir os profissionais envolvidos no atendimento para apurar se houve falha médica ou erro de diagnóstico.
Infelizmente, o desfecho foi trágico. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre), o bebê não resistiu e morreu na noite de domingo, 26, na Maternidade Bárbara Heliodora, na capital acreana, vítima de choque séptico e sepse neonatal (uma infecção generalizada que provocou falência múltipla dos órgãos).
O episódio levanta uma questão que mobiliza a população e as autoridades: como um bebê declarado morto pôde voltar a respirar dentro do caixão? Teria sido um milagre ou um caso grave de negligência médica? A investigação deverá esclarecer o que realmente aconteceu nas horas que separaram a declaração de morte do choro que comoveu toda uma cidade.


Publicado primeiro em Banda B » Prestes a ser enterrado, bebê chora dentro do caixão fechado e é retirado com vida do próprio velório




A cada dia percebemos mais incompetência das equipes médicas, o que será isso? Universidades com baixo nível de ensino? Aprovação de alunos incompetentes, estão aprovando alunos despreparados? Algo precisa ser feito pois este não é um caso isolado de incompetência médica, tem muitos outros em UPA, UBS. A população não suporta mais perder seus entre queridos, triste realidade deste país.