Os diferentes nomes de produtos nutricionais com magnésio existentes no mercado são explicados pelo fato de esse extraordinário “mineral da vida”, responsável por mais de 350 reações bioquímicas em nosso organismo, necessitar de outras substâncias para ser oferecido como suplemento. De acordo com os sais utilizados recebem as denominações: malato, dimalato, cloreto, citrato, etc. Dessas composições dependem a biodisponibilidade e a absorção do mineral.

Biodisponibilidade = fração da dosagem administrada que chega ao sangue.

Menor biodisponibilidade = do total ingerido, a maior parte não é a aproveitada.

Maior biodisponibilidade = amplo aproveitamento do que é ingerido.

Ambos – Dimalato e Cloreto – são fontes de magnésio.

Cloreto de Magnésio: o mineral é combinado com cloro (não confundir com o utilizado em piscinas). Possui excelente absorção e biodisponibilidade. Todavia, a composição apresenta menos magnésio elementar que outros suplementos. Se ingerido da maneira e quantidade recomendadas, fornece o que o nosso organismo necessita diariamente.

Magnésio Dimalato: nesse caso, é combinado com ácido málico que participa do Ciclo de Krebs (metabolismo energético). Quando em contato com o intestino, ambos se separam e cada um vai cumprir as suas funções, pois a ligação entre ambos é muito fraca. Ou seja, por ter duplo benefício ao ingeri-lo, estudiosos preferem o Dimalato, principalmente nos casos de fadiga crônica e cansaço, pois se otimiza a produção de energia.

Principais Benefícios do “Mineral da Vida”

Auxilia nas funções musculares, na síntese de proteínas, na produção e transporte de energia para as células, no funcionamento cerebral, na saúde cardiovascular, na manutenção da pressão arterial.

Atua no fortalecimento ósseo e na melhoria do desempenho físico.

Contribui para retardar o envelhecimento e na boa qualidade do sono.

 

Fernando Beteti
Jornalista Especializado em Saúde